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Sunday, April 25, 2010

tributo à tati bernardi hihi


seilá, as vezes tudo que eu quero dizer é exatamente oque encontro nesses textos... vou posta-los aqui de certa forma adptados, em trechos, de acordo com oque eu sinto =]



"Amor adolescente" pensei. Com certeza, se eu virar mulher, esse amor bobinho de pós debutante passa... Amor de menina boba, deslumbrada com a vida...Tratei, então, de virar mulher.
mas quem disse que seria fácil? o mesmo coração idiota. O mesmo amor de sempre. Mas amor é coisa de Zé povinho. Coisa de quem tem o cabelo ruim e nunca andou de avião. mais muitos mil euros, dólares e até pesos pra conhecer lugares do mundo que eu sempre quis (janeiro a europa me aguarde). E o amor? Foi junto. Acordou, dormiu, fez malas, tirou fotos, mudou de cabelo. Ah, que que é isso! Amor deve passar com um novo amor, não? Olha lá aquele menino bonito te olhando, o outro que escreve bonito, o outro que fala cheio de xis, tem também aquele ali, com mão firme. Nada. Nenhum deles foi capaz de me salvar, de substituir minhas células cansadas em sentir sempre a mesma coisa. Nenhum foi capaz, nem por um segundo, de me levar para passear em outros tormentos. Ou outras alegrias. Qualquer outra coisa que seja. Aí veio a idéia brilhante. Será que se eu mergulhasse de cabeça na estupidez desse amor, não me curava? Será que se eu, por um minuto apenas, parasse de sentir tudo isso de dentro da grandiosidade que eu inventei para tudo isso e enxergasse de perto como tudo é tosco e pequeno, eu não me curava? Só piorou. De frente para ele e suas constatações tão absurdas a respeito de tudo, só consigo sentir ainda mais amor. E quanto mais e maiores motivos para não sentir, ele e a vida me dão...adivinhem? Sim, o amor cresce. Irresponsável, sem alimento, sem esperança e de uma burrice enorme. Ainda assim, forte e em crescimento. Ainda sinto esse amor ridículo. Essas coisa infernal que me vence todos os dias, todos os minutos. O amor venceu. Você venceu. Venceu. Venceu. Venceu. E eu acabo de descobrir, simples assim, a única maneira de me livrar desse sentimento: aceitando ele, parando de querer ganhar dele.



Te amo mesmo, talvez pra sempre.


Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida.
Foda-se esse amor.
E foda-se você.