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Saturday, January 23, 2010

peguei de algum lugar


Durante os dias as coisas não mudam, e nem voltam a ser como eram...nem era de se esperar, talvez. Talvez seja perda de tempo esperar algo que no fundo não existe, esperar de alguém o que você está pronta pra dar e vice versa, em vão. É vazio olhar pro céu nublado e sentir o chuvisco que molha levemente os lábios, imaginando os seus, tão perto, mas tão longe. Chuvisco que ao passar pelos lábios voa para o mar e se torna tempestade, que persiste na tentativa de afogar desejos e afagar vontades, mas sem sucesso, quando não se consegue mais fugir daquilo que se sente. E essa de dizer "já chega se sofrer" passa a ter fundamento algum. Afinal quem é a razão perto da loucura de um apaixonado, incapaz de enxergar um palmo na frente dos olhos, e de enxergar menos ainda, por jogar fora o que se encontrava em suas mãos, e agora, se encontrar há quilômetros de distancia. Tudo bem, foi uma escolha, que dói de forma aguda, e que remédio e nem erva milagrosa cura. O que fazer? Nada. Esperar no que poderá acontecer, e no achar dos pensamentos, encontrar o que poderá vir a ser, pode ser traiçoeiro.. Já não basta o ódio ao ver que o seu próprio ser não tem o direito de fazer isso consigo mesmo, sabendo de todos os caminhos percorridos, já tendo visto a mesma novela, e sinceramente, merecer três vezes mais o que, ironicamente, o faz machucar. O amor é burro, cego, cansativo e sem resposta. E as pessoas, farinha do mesmo saco. Preferir não ter a condição humana seria muito mais útil quando se trata desse sentimento, ou de mais uma historia, hollywoodiana ou não, de amor. Mas como a escapatória é improvável, a maturidade TEM QUE SER protagonista nessas horas. E assim, mesmo que as vezes a vontade de explodir e acabar com tudo de uma vez, suba pela garganta. Mesmo que a ânsia por uma resposta absorva todo o ar, Espero que a maturidade traga cautela, e a tão desejada paz, cá nos braços do meu mar.
Durante os dias as coisas não mudam, e nem voltam a ser como eram...nem era de se esperar, talvez.
Talvez seja perda de tempo esperar algo que no fundo não existe, esperar de alguém o que você está pronta pra dar e vice versa, em vão. É vazio olhar pro céu nublado e sentir o chuvisco que molha levemente os lábios, imaginando os seus, tão perto, mas tão longe. Chuvisco que ao passar pelos lábios voa para o mar e se torna tempestade, que persiste na tentativa de afogar desejos e afagar vontades, mas sem sucesso, quando não se consegue mais fugir daquilo que se sente.
E essa de dizer "já chega se sofrer" passa a ter fundamento algum. Afinal quem é a razão perto da loucura de um apaixonado, incapaz de enxergar um palmo na frente dos olhos, e de enxergar menos ainda, por jogar fora o que se encontrava em suas mãos, e agora, se encontrar há quilômetros de distancia. Tudo bem, foi uma escolha, que dói de forma aguda, e que remédio e nem erva milagrosa cura.
O que fazer? Nada.
Esperar no que poderá acontecer, e no achar dos pensamentos, encontrar o que poderá vir a ser, pode ser traiçoeiro, mas é inútil tentar esquecer de uma vez, e se machucar mais.
Já não basta o ódio ao ver que o seu próprio ser não tem o direito de fazer isso consigo mesmo, sabendo de todos os caminhos percorridos, já tendo visto a mesma novela, e sinceramente, merecer três vezes mais o que, ironicamente, o faz machucar.
O amor é burro, cego, cansativo e sem resposta.


E as pessoas, farinha do mesmo saco.
Preferir não ter a condição humana seria muito mais útil quando se trata desse sentimento, ou de mais uma historia, hollywoodiana ou não, de amor.

Mas como a escapatória é improvável, a maturidade TEM QUE SER protagonista nessas horas.
E assim, mesmo que as vezes a vontade de explodir e acabar com tudo de uma vez, suba pela garganta. Mesmo que a ânsia por uma resposta absorva todo o ar,

Espero que a maturidade traga cautela, e a tão desejada paz, cá nos braços do meu mar.